SKT > Março/Abril/2008 > O skate depois dos 30 anos
O Skate depois dos 30 anos
Chegar aos 30 anos é um divisor de águas para o atleta, é o momento em que os questionamentos, as dúvidas e as decisões são colocados na mesa
Charles Franco
Apostar na carreira de skatista profissional nem sempre é uma escolha fácil a se fazer. Afinal, não é qualquer pessoa que está disposta a suportar a pressão, a discriminação e batalhar por conquistas sem saber se será recompensado pelo esforço em cima do skate. Ser skatista profissional é assumir responsabilidades, é passar a enxergar o skate de um jeito diferente, o que muitas vezes faz com que o atleta esqueça o verdadeiro motivo que o fez escolher o skate como estilo de vida. O skatista que escolhe o profissionalismo e decide viver do skate, construir um futuro, uma carreira, deve saber que aquilo não será para sempre. Chegar aos 30 anos é um divisor de águas para o atleta, é o momento em que os questionamentos, as dúvidas e as decisões são colocados na mesa. Aposentadoria? Seguir um novo caminho? Como funciona a cabeça de uma geração responsável por colocar o skate onde ele se encontra hoje? Para ter resposta a isso, buscamos alguns nomes que construíram, influenciaram e ainda cooperam para sustentar a engrenagem do skate nacional. Hoje, seja na casa dos 30 anos de idade, seja de skate, eles estão aí para mostrar que sim! É possível viver de skate no Brasil.
Acompanhe a matéria:
COME RATO
MAURO MURETA
FABIO SCHUMACHER
WOLNEI SANTOS
ROBSON RECO
RICARDO PINGÜIM
ALLAN MESQUITA
ZIKK ZIRA
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